Poucas palavras
Sejam bem Vindos!
Espero que encontrem um pouco de conforto, talvez satisfação ou apenas passem um pouco de tempo distraídos com algumas poesias, contos, crônicas e pensamentos, pequenas reflexões contemporâneas, do pretérito e de um futuro que já passou e que ainda virá. O que realmente importa é que a arte é libertadora e nos acompanhará por toda nossa existência.
Sou Professor de Português e Literatura, Graduado em Letras pela UFMG, e espero com o tempo ir tentando dar sentimentos a estas simples e leves palavras.
Por favor, fiquem à vontade para opinar, sugerir e criticar. Saibam que estou aberto a observações, assim poderei ir melhorando ….
Abraços Fraternos!
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sábado, 10 de setembro de 2011
Tempus transit
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Verão
Eclésio Giovanni – Fragmentos tênues da Alma.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
O Ninho
Entre a força e os questionamentos da confusão objetiva que se inicia na jornada, tu vais.......
Com esforço exultante, enaltece a vontade de fechar as pálpebras e não se mover desta linha tênue, que envolve o ninho de proteção momentânea.
Segues no calor fatigante, com nostalgia se lembra de um belo frio feliz que ocorreste outrora, a algum tempo foi........e veio.......sempre vais..................vim..........outra vez.
Mas retornais breve para o ninho, encontrara a proteção entre os lençóis emaranhados do passado, sonhos, noites frias onde se fez alegrias, extremos de vontades que vem.............voar........
Acordas e lembre-se do futuro, reúna suas forças e vais...........lutes…sorria .............e voe…. e vais..........outra vez.
Eclésio Giovanni – Fragmentos tênues da Alma
domingo, 30 de janeiro de 2011
Legítimas Variações
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Transformação
sábado, 22 de maio de 2010
Entender
crescemos confusos sem saber.
Nos dividimos sem destino.
Mas, perto de ir, começamos a
perceber. Se fizemos algo não
vimos, mas sabemos o que nos fez
fazer.
Eclésio Giovanni – Fragmentos tênues da Alma
sábado, 8 de maio de 2010
Hoje foi amanhã
Tempos,
passaram tão rápidos, que não voltam,
se foram
um dia algo, não tenho aquele mesmo
olhar que
tinha, quando eram grandes.
O doce
vento frio da saudade, outono, o outro
inverno
belo, tempos retornando. Chuvas, frias
verdades,
que despertam o mais indeciso,
janelas embaçadas.
Remonto um olhar de futuro que se foi, um,
que
voltou do dia que existiu há alguns anos,
a frente
do ir, é só vim, o que não foi.
Agasalho
minha alma para protegê-la.
Sinto proteção e carinho do tempo,
presente
no pretérito que nunca será
perfeito,
sereno em uma manhã escura.
Passaram
por nós todos, e nem vimos.
Eclésio Giovanni – Fragmentos tênues da Alma